idoso com computador

Tá Sabendo? Idosos que usam celular e computador ativam novas funções cerebrais para sempre.

Segundo Mario Miguel, professor do departamento de fisiologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, o contato com a informática provoca inclusive aumento no hipocampo (área do cérebro fundamental para a cognição e a memória). Esse resultado foi revelado por um estudo publicado em 2016. Os mais recentes mostram os resultados positivos do uso de tecnologia por idosos em várias faixas etárias na preservação e na ampliação das suas funções cognitivas, como memória, velocidade de resposta e raciocínio.

Mulher idosa, comprando na internet,
Senhora idosa, comprando na internet e pagando com cartão de crédito.

No curto prazo aumentar o fluxo sanguíneo para a região do cérebro sob demanda já melhora o desempenho cognitivo. No longo prazo, isso traz mais plasticidade em todas as áreas. Mario Miguel diz que vêm crescendo entre os cientistas a recomendação de inserir a tecnologia no dia a dia dos idosos que desejam ter a mente ativa e se prevenir contra vários tipos de doenças que acometem pessoas acima dos 60 anos.

O Professor Hilton

Prof. Hilton

Essa é justamente a proposta do Prof. Hilton, que há vinte anos dá Aulas de Informática para alunos da terceira idade na cidade do Rio de Janeiro. Geralmente quem me procura está acima de 60 anos – o mais Idoso fez 90 anos em dezembro de 2018. Tem época que tenho Alunos mais novos (40 anos), mas já tive uma aluna com 95 anos, afirmou ele. Tem aluno que ainda vai comprar um celular ou computador e me procura pedindo dicas sobre aparelhos. Para esses as aulas começam do básico: como usar o mouse ou se for um celular perder o medo de tocar na tela.
Por mais simples que pareça estas e outras atividade interagindo com a máquina tem muito potencial para estimular o cérebro.

O Prof. Hilton Já veterano na arte de incluir a terceira idade no mundo da tecnologia, disse que muitos dos que lhe procuram já estão aposentados, mas não querem se afastar do convívio com o mundo dos mais jovens, filhos, netos e até bisnetos.  Hoje sabemos que muitas pessoas chegam aos 80 anos com muita lucidez e disposição física. Não seria justo ficar ausente das novidades que estão acontecendo ao meu redor, certa vez ele ouviu esse comentário de uma aluna muito animada logo na primeira aula.

Senhora usando celular
97% das pessoas acima de 60 anos utilizam celular.

Área de interesse.

O que mais atrai o interesse dos alunos é navegar na internet (pesquisar no Google), criar endereço de e-mail e participar de redes sociais como Facebook, Instagram, Twitter, Youtube e a queridinha dos Brasileiros, WhatsApp.
Quando estão nas redes sociais parecem voltar a viver novamente,

encontram amigos do passado, familiares que estão à distância e podem conversar além de fazer novas amizades que extrapolam o mundo virtual chegando ao mundo real. Eles se renovam aproximadamente uns 50 anos.

Pesquisar na internet faz muito bem para o cérebros idosos

Em recente estudo foi feito na Universidade da Califórnia com 24 voluntários entre os mais acostumados com a internet, atividade cerebral foi maior. Com idades entre 55 anos e 78 anos. Os grupos foram divididos entre novatos e experientes em internet.

Cientistas americanos concluíram que o uso da internet pode ajudar o funcionamento do cérebro em pessoas da 3ª idade com pouquíssimo tempo de uso no computador ou celular.

É um mundo novo que está sendo desbravado por esses senhores e senhoras de cabeças brancas, porém o desafio de pesquisar na internet pode ser um aliado contra a demência senil.

Depois do primeiro contato com o computador, a ressonância magnética mostrou que a atividade nas áreas cerebrais que controlam a linguagem, a leitura, a memória e a capacidade visual nos dois grupos. Os mais experientes na internet trabalharam uma área do cérebro muito mais extensa do que a dos novatos.

Logo depois desse exame, os grupos foram orientados a passar 2 semanas pesquisando na internet durante uma 1h por dia e voltaram para um novo teste no laboratório. Submetidos a uma segunda ressonância magnética, os resultados foram bem diferentes.

Além de toda a área que já tinha sido ativada no primeiro contato com a rede, os novatos também trabalharam a parte frontal do cérebro, uma região que controla a memória e a tomada de decisões.

Em nova comparação, os cientistas perceberam que, depois de um tempo navegando na internet, a diferença entre iniciantes e experientes reduziu, deixando a extensão da área ativada praticamente igual nos dois grupos.

A conclusão é que a internet, se usada todos os dias, pode ser um treinamento para obter ótimos resultados, assim como palavras cruzadas, quebra-cabeças, um trabalho para não deixar o cérebro perder a capacidade de raciocínio.

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